BrasilMeio AmbienteTodos

Vale investirá R$ 190 milhões em regiões afetadas pelos seus desastres ambientais nos próximos três anos

A Vale anunciou R$ 190 milhões em investimentos em até três anos para ações nas comunidades de Macacos (Nova Lima), Barão de Cocais e Itabirito. Trata-se do Plano de Desenvolvimento de Territórios Impactados, conforme o perfil econômico e social de cada localidade. De acordo com comunicado, o objetivo é “desenvolver as vocações econômicas das regiões, além promover o bem-estar social após as alterações nos níveis de emergência das barragens B3/B4, Sul Superior e Forquilhas”.

As ações serão nas áreas de turismo, infraestrutura, educação, saúde, meio ambiente e capacitação profissional. Inclui construção e reforma de equipamentos públicos, limpeza e desassoreamento de cursos d’água, construção de escolas e fortalecimento de programas sociais e de saúde. “O conjunto de iniciativas está sendo definido a partir do diálogo permanente com as comunidades envolvidas e poderes públicos municipais”, diz empresa, em nota à imprensa.

Em Macacos, uma das iniciativas é a restauração da Igreja de São Sebastião das Águas Claras, datada de 1718). Em Barão de Cocais estão previstas obras de infraestrutura urbana e desassoreamento de cursos d’água para minimizar o risco de enchentes, entre outras. Em Itabirito, algumas ações previstas são reformas de bens e equipamentos públicos e projetos para a capacitação da mão-de-obra local.

A empresa informou também sobre medidas de compensação às comunidades evacuadas em Barão de Cocais, Macacos e Itabirito, onde presta assistência às famílias e reforça que oferece equipes multidisciplinares formadas por psicólogos, assistentes sociais e médicos.

Também cita que em um processo construído com a Defensoria Pública de Minas Gerais, “as pessoas que se sentirem atingidas já podem optar por negociar indenizações individualmente. Para isso, elas devem procurar os escritórios instalados pela empresa nas regiões, acompanhadas de advogado. Outra opção, é o atingido procurar diretamente a Defensoria Pública, que o auxiliará na condução do caso”.

Compartilhe nas redes sociais:

Faça seu comentário