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Tribunal de Justiça gaúcho mantém absolvição de médica pediatra que não quis mais atender filho de militantes do PT e do PSOL

A 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul manteve a sentença que julgou improcedente ação indenizatória movida contra a médica pediatra Maria Dolores Bressan pela militante petista Ariane Leitão. Em 2016, a médica recusou-se a continuar sendo a pediatra do garoto, filho de Ariane, que era suplente de vereadora pelo PT e seu marido militante do PSOL.

“O Código de Ética Médica garante ao profissional da Medicina o direito subjetivo de renunciar ao atendimento quando, a seu critério, ocorrerem fatos que prejudiquem o bom relacionamento com o paciente ou o pleno desempenho profissional”, explicou a decisão judicial, advertindo: “Desde, é claro, que comunique previamente sua decisão ao paciente ou ao seu representante legal, para assegurar a continuidade dos cuidados ao médico que lhe suceder”.

Foi o que fez a pediatra Maria Dolores Bressan, porque mandou mensagem de WhatsApp para informar não ter mais condições de atender a criança depois que Lula ameaçou e debochou dos brasileiros. “Estou profundamente abalada”, escreveu ela, que se colocou à disposição para encaminhar o menino a outro profissional. A petista Ariane Leitão, suplente que na época estava no exercício de mandato de vereadora em Porto Alegre, resolvou politizar a questão, e perdeu em todos os níveis.

A médica Maria Dolores Bressan deveria agora ser condecorada pela Câmara Municipal de Porto Alegre, pela Assembléia Legislativa gaúcha e pelos órgãos representativos de classe dos médicos, por ter agido estritamente dentro do que prevêem os estatutos que regem a profissão, e por ter defendido todos os seus colegas diante de violência do poder exercida pelo bandido corrupto petista mensaleiro e petroleiro Lula. No minimo ela merece uma sessão pública de desagravo em seu favor.

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