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São Paulo só permitirá eventos de réveillon e carnaval após vacina para o coronavirus

O governador de São Paulo, João Doria, disse hoje (15) que as celebrações de ano novo e de carnaval, só poderão ocorrer no país após as pessoas estarem vacinadas contra o novo coronavírus, já que geram aglomerações. Doria ressaltou que o Brasil já registrou quase 2 milhões de infectados e mais de 74 mil mortos pelo novo coronavírus. “É a maior tragédia desse País em qualquer tempo. Não há nada a celebrar, não há nada a comemorar” disse o governador.

Obviamente, Doria é um enganador, porque o Brasil vive há mais de três décadas as tragédias do trânsito e da violência, que produzem, respectivamente, 50 mil e 60 mil mortes por ano, todos os anos, o que dá no mínimo 100 mil mortos por anos, e nunca se viu essa classe política apontar para tamanha tragédia e bradar por uma solução. “Não temos que celebrar nem ano novo e nem carnaval diante de uma pandemia. Apenas com a vacina pronta e aplicada e a imunização feita é que poderemos ter celebrações que fazem parte do calendário do País. Mas neste momento não”, ressaltou o demagogo tucano João Doria Junior.

Até este momento, o Estado de São Paulo soma 393.176 casos confirmados e pessoas infectadas pelo novo coronavírus, com 18.640 óbitos pela doença. No dia 4 de fevereiro deste ano, o presidente Jair Bolsonaro decretou estado nacional de emergência diante da pandemia do coronavirus. Apesar disso, nos dias 234 e 24 de fevereiro, João Doria Junior comandou milhões de paulistas em blocos e desfiles de carnaval. E manteve abertos os aeroportos internacionais de Guarulhos e Viracopos. O resultado é o que está se vendo agora. O demagogo agora posa de grande defensor da saúde pública. É o anti-Oswaldo Cruz.

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