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Roubo de carros cai 50% em rodovias federais do Rio de Janeiro

De janeiro a maio deste ano, os roubos de carros caíram quase 50% nas rodovias federais que cortam o estado do Rio de Janeiro. Os índices de roubos de carga e em veículos de transporte de passageiros também tiveram queda, em torno de 40%. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, a redução desse tipo de roubo é resultado do reforço ostensivo no policiamento e das ações de inteligência na Baixada Fluminense e região metropolitana do Rio, onde ocorrem em maior número tais crimes.

Tomando como base dados do Instituto de Segurança Pública, a Polícia Rodoviária Federal informou que, entre janeiro e maio deste ano, nas rodovias federais do Rio de Janeiro, houve 506 roubos de veículos, com redução de 49% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram roubados 999 automóveis. Os roubos de carga somaram 195 casos, com queda de 48% na comparação com igual período de 2019. O número de roubos em coletivos caiu de 826, de janeiro a maio de 2019, para 494 nos cinco primeiros meses deste ano.

Os dados indicam que os roubos de veículos estão em queda desde novembro de 2019. No mês de maio, houve 69 casos nas rodovias federais. Em fevereiro, foi atingido o número mais baixo desde 2016. A região metropolitana concentra 98% das ocorrências. Os roubos de carga vêm caindo desde abril do ano passado, e a maioria dos casos também é na região metropolitana. Em sua maioria, os roubos ocorrem de segunda a sexta-feira, das 5 às 10 horas. Os muncípios do Rio de Janeiro e de Duque de Caxias concentram o maior número de casos.

Já o roubo no interior de ônibus, modalidade cujo número de ocorrências aumentou em janeiro deste ano, caiu nos meses seguintes e finalizando o mês de maio com 14 registros nas rodovias federais. Os crimes se concentram de segunda a sábado, entre as 4 horas e as 5 horas da madrugada e das 18 horas às 21 horas. A maior parte ocorre na região metropolitana e na Baixada Fluminense, quando a população está saindo para o trabalho ou voltando para casa. (Money Times)

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