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Regime dos aiatolás tarados do Irã admite ter derrubado avião ucraniano com um míssil

O regime autocrático dos aiatolás islâmicos tarados do Irã admitiu na madrugada deste sábado, 11, que seus militares derrubaram “não intencionalmente”, o Boeing 737 da Ukrainian Airlines que caiu logo após decolar na última quarta-feira, 8, matando todos as 176 pessoas que estavam a bordo.

A declaração culpa um “erro humano” pela queda. O avião caiu nos arredores de Teerã durante a decolagem poucas horas depois que o Irã lançou uma enxurrada de mísseis contra duas bases das forças americanas no Iraque. O avião, a caminho da capital ucraniana de Kiev, levava 167 passageiros e nove tripulantes de vários países, incluindo 82 iranianos, 57 canadenses e 11 ucranianos, segundo autoridades.

Horas antes do acidente, o Irã havia lançado mísseis contra bases militares dos EUA no Iraque, em retaliação pela morte do general Qassim Suleimani, ordenada pelo presidente Donald Trump. O Irã negou por vários dias que um míssil derrubou a aeronave. Mas então os Estados Unidos e o Canadá, citando informações de inteligência, disseram acreditar na hipótese.

Na quinta-feira, autoridades americanas, canadenses e britânicas disseram que o Boeing foi abatido por engano por um míssil do Irã. O New York Times divulgou um vídeo de celular que mostra a explosão de um avião no céu de Teerã. “Alguém pode ter um cometido um erro”, disse o presidente americano, Donald Trump após a divulgação do vídeo pelo New York Times. “Dizem que foi uma falha mecânica. Pessoalmente, não acredito que isso nem sequer esteja em questão. Acho que alguma coisa terrível aconteceu”.

Funcionários americanos haviam dito à rede CNN que o avião teria sido atingido por dois mísseis terra-ar. Um memorando publicado pela IHS Markit, empresa britânica de análises, afirmou que o Boeing “provavelmente foi derrubado por um míssil Tor-M1 da Guarda Revolucionária”. Fontes dos serviços de inteligência britânicos também haviam confirmado a informação ao jornal The Guardian. Imagens de destroços de um Tor-M1 – capturadas no local da queda – circularam na internet.

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