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Procuradoria Geral da República investiga o financiamento e lucro de canais de redes sociais que apóiam Bolsonaro

A Procuradoria-Geral da República investiga o financiamento e o lucro de canais de redes sociais pró-governo que divulgam protestos pelo fechamento do Supremo Tribunal Federal e do Congresso Nacional no inquérito que apura a realização de atos antidemocráticos. Outra frente de apuração analisa se parlamentares usaram recursos da cota de gabinete – verba reservada para divulgação de atividades do mandato – para financiar empresas que divulgaram os atos pelas redes sociais.

Essas duas frentes de investigação constam do inquérito. Na semana passada, o ministro Alexandre de Moraes, relator desse inquérito no Supremo, aceitou pedido da Procuradoria Geral da República e determinou a quebra de sigilo de parlamentares para investigar as suspeitas.

A Procuradoria quer se aprofundar nas investigações e averiguar se há mesmo vinculação direta entre 10 deputados e um senador com a organização e financiamento desses atos. Parlamentares bolsonaristas alegam haver perseguição contra aliados de Jair Bolsonaro. O próprio presidente já compareceu a alguns desses atos, que costumam ter faixas pedindo o fechamento do Congresso Nacional e do STF.

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