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Prisioneiro Lula será transferido para prisão em São Paulo, autorização foi dada pela juíza Carolina Lebbos

A juíza federal Carolina Lebbos autorizou a transferência para presídio em São Paulo do ex-presidente, presidiário e bandido corrupto e lavador de dinheiro Lula, que cumpre pena em cela especial na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. O pedido foi feito pelo delegado federal Luciano Flores de Lima, que é irmão do juiz federal Loraci Flores de Lima, de Santa Maria (RS). Este foi o juiz que sentenciou no processo da Operação Rodin, em substituição à juíza Simone Barbisan Fortes, que conduziu todo o processo até a fase sentença, quando então pediu transferência para Florianópolis.

A Operação Rodin foi a maior e mais ostensiva operação político-policial, sob o comando do então ministro da Justiça, o peremptório petista Tarso Genro. A operação visava intimidar todo o mundo político gaúcho, de maneira a abrir o caminho de Tarso Gento até o Palácio Piratini, o que efetivamente acabou acontecendo. Uma vez no governo, ele explodiu as contas públicas do Rio Grande do Sul.

Este delegado federal também já é velho conhecido do bandido corrupto Lula, foi o mesmo que bateu na porta do apartamento de Lula em Santo André e o conduziu para depoimento em instalação da Polícia Federal no Aeroporto de Congonhas. A decisão da transferência do bandido corrupto e lavador de dinheiro Lula para prisão em São Paulo foi publicada na manhã desta quarta-feira pela Justiça Federal.

O bandido corrupto Lula deverá ser levado para uma sala de Estado de Maior em alguma instalação da Polícia Militar paulista nas imediações da capital paulistana. Quem pediu a transferência foi a Superintendência Regional da Polícia Federal no Paraná, onde Lula está detido desde abril de 2018. Ele cumpre pena de 12 anos e 1 mês de prisão pela condenação na Lava Jato no caso do triplex em Guarujá.

Segundo o delegado federal Luciano Flores de Lima, por conta da prisão do político corrupto, os órgãos de segurança têm de atuar de forma permanente para evitar confrontos entre “grupos antagônicos”, além de as instalações serem inviáveis para presos de longa permanência. O Ministério Público Federal foi contrário a essa transferência, justificando que o problema de aglomerações diante do prédio da superintendência, em Curitiba, já foi resolvido pela Polícia Militar do Paraná, não há risco de confrontos de manifestantes no local, e o bandido corrupto Lula ainda está sendo inquirido em instrução criminal de outros processos. A própria defesa do bandido corrupto Lula também se manifestou contra a sua transferência.

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