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Ministra Damares Alves cria comissão para avaliar Acervo Virtual da Anistia, iniciativa esquerdista para impor sua narrativa

A Ministra de Direitos Humanos, Damares Alves, criou uma comissão que vai avaliar o Acervo Virtual da Anistia, lançado em 2015. Composta por três integrantes, a comissão terá 30 dias, prorrogáveis por igual período, para emitir “relatório final de caráter conclusivo quanto à realização do objeto, o alcance das metas e a execução financeira do Termo de Parceria”.

O acervo online da Anistia foi criado por meio de convênio celebrado com o Ministério da Justiça pelo Instituto de Políticas Relacionais em parceria com o Armazém Memória. O acervo tem atas das sessões do Conselho de Segurança Nacional, cartazes do movimento pela Anistia, jornais e revistas dos anos 60 e 70, relatórios da Comissão de Anistia e outros documentos. O site traz links para as páginas da Comissão de Anistia no Facebook e no Twitter, já extintas.

De acordo com a portaria publicada nesta quarta-feira (8) no Diário Oficial, a comissão começa a funcionar em 3 de agosto. Em agosto de 2019, Damares visitou as obras do Memorial da Anistia em Belo Horizonte. Declarou que o governo não tinha dinheiro para concluir a obra, mas acrescentou: “A gente vai decidir o que fazer com a memória. Com o acervo, com a museografia, com o material, com os livros. Aí é uma outra situação”.

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