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Ministério Público pede que TCU apure privilégio a evangélicos em agendas de Bolsonaro

O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União, que não é um ministério público, pediu que a Corte apure se há privilégios a lideranças evangélicas em agenda e políticas públicas. O procurador Lucas Rocha Furtado afirmou que “causam espécie o fato de que a chamada “agenda evangélica” esteja pautando o País”. Ora, isso não é atribuição de Ministério Público de Contas. E isso é típica pauta petista, de oposição ostensiva ao governo de Jair Bolsonaro.

O procurador cita que levantamento feito pela imprensa identificou que, em 2019, Jair Bolsonaro teve 40 compromissos oficiais com lideranças evangélicas, uma média de três por mês. Mais uma vez: o presidente pode se encontrar com quem quiser. E não teria porque se encontrar o mesmo número de vezes com a CNBB, sindicato petista da Igreja Católica. O procurador de contas está querendo censurar o governo, pautar o governo Bolsonaro. “O presidente Jair Bolsonaro vem priorizando lideranças evangélicas em agenda e políticas públicas, o que estaria colocando não só a laicidade do Estado Brasileiro em risco, mas também o direito à igualdade, à isonomia e a uma sociedade sem preconceitos, todos assegurados na Constituição Federal”, afirmou o procurador defensor de pauta esquerdista.

Furtado ainda criticou políticas do governo e citou que a dívida das igrejas evangélicas junto à Receita somam R$ 420 milhões. “Triste constatar que o sectarismo religioso avança a passos largos em outros ministérios. Questões como a abstinência sexual, o direito ao aborto e a política voltada ao combate ao uso de drogas, que mereceriam extenso debate por envolverem escolhas individuais de amplo espectro, estão sendo pautadas pela base evangélica do Governo Bolsonaro, nada obstante a vedação expressa no art. 19, incisos I e III da Constituição Federal, criando flagrante distinções entre brasileiros e suas preferências entre si”.

Escandaloso é que um procurador utilize o Ministério Público de Contas para fazer a promoção de suas pautas esquerdistas e querer impô-las a todo mundo como se fossem “naturais”.

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