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Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas mostra Bolsonaro batendo todos os adversários em 2022

Até as emas do Palácio da Alvorada sabem que o presidente Jair Bolsonaro deseja se reeleger em 2022. Agora, uma pesquisa do instituto Paraná Pesquisas, divulgada nesta sexta-feira (24), dá uma dimensão de sua força eleitoral. O quadro que emerge está longe de exibir fraqueza. Bolsonaro bateria todos os rivais no segundo turno, se a eleição fosse hoje.

O instituto realizou seis simulações de segundo turno. Na primeira, Bolsonaro bateria o petista Fernando Haddad, com quem concorreu em 2018, por 46,6% a 32%. Contra o bandido corrupto Lula, chefe da organização criminosa do PT, que não pode concorrer porque está condenado como ficha suja, Bolsonaro ganharia por 45,6% a 36,4%.

Chama a atenção a força de Bolsonaro diante de candidatos que representariam novas forças e propostas políticas – inclusive, no campo da direita. O ex-juiz e ex-ministro da Justiça de Bolsonaro, Sergio Moro, não teria chances contra seu ex-chefe. Seria derrotado por 44,7% a 35%.

O tucano João Doria, o governador paulista que é apontado como uma potencial ameaça a Bolsonaro em 2022, também não teria chances. Se o segundo turno fosse hoje, perderia a eleição por 23% a 51,7% – a maior diferença apurada nas simulações.

O neocoronel cearense Ciro Gomes (PDT-CE), que ficou em terceiro lugar na corrida presidencial de 2018, também seria superado por 48,1% a 31,1%. Já o apresentador e outsider do mundo político Luciano Huck perderia por 50,8% a 27,6%.

O Paraná Pesquisas entrevistou 2.033 pessoas em 188 cidades, entre os dias 18 e 21 de julho. A margem de erro geral é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. É notável que Jair Bolsonaro tenha mantido a sua força eleitoral apesar da gigantesca campanha movida contra ele nos últimos meses e do tremendo desastre causado pela pandemia do virus da China. Nada colou contra ele apesar da oposição militante coordenada contra ele pelos presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, associados a ministros do Supremo Tribunal Federal. O povo brasileiro parece entender claramente o papel que esses tipos estão desempenhando. (Money Times)

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