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Janaína Paschoal recomenda que Eduardo Bolsonaro rejeite convite para se embaixador do Brasil nos Estados Unidos

Janaina Paschoal, deputada estadual paulista, a mais votada entre todos os parlamentares brasileiros até hoje, com 2.060.786 (9,88% dos válidos do eleitorado de São Paulo), foi ao Twitter na madrugada deste sábado para defender que Eduardo Bolsonaro, deputado federal mais votado por São Paulo e no Brasil inteiro, com 1.843.735 votos (8,74% dos votos válidos), recuse o convite para assumir a embaixada do Brasil em Washington. Disse Janaina Paschoal: “Será certo o Deputado Federal mais votado abandonar o mandato, para ir para os Estados Unidos? Onde Eduardo Bolsonaro é mais útil para a Nação? Na Câmara, ajudando a aprovar medidas necessárias, ou no Exterior?” – questionou a jurista, grande responsável pela elaboração do requerimento de cassação do mandato da mulher sapiens petista Dilma Rousseff, e principal artífice do fim do regime da organização criminosa do PT. Janaína Paschoal acrescentou: “Muito se está a falar sobre eventual nepotismo, sobre capacidade, sobre ser necessário (ou não) integrar a carreira diplomática. Mas eu analiso a questão sob outro ângulo. O que pensam os quase dois milhões de eleitores do Deputado? Eduardo tem muito a fazer na Câmara e na Presidência Estadual do PSL. Sei que o convite é muito tentador. Mas o certo é recusar. Ele assumiu responsabilidades no Brasil. Precisa cumprir. Basta agradecer a deferência e declinar”.
Janaína Paschoal tem toda razão ao fazer o apelo a Eduardo Bolsonaro para rejeitar a idéia. Tanto ela quanto ele, ambos eleitos pelo PSL, representam integralmente a vontade popular brasileira de mudança. Isso ficou expresso nas votações que fizeram. Concorreram por um partido praticamente inexistente, sem história, sem importância, servindo como uma sigla de aluguel, para capitanear e capitalizar a vontade de mudança do povo brasileiro. Portanto, essa vontade do povo não pode agora ser traída, abandonada, pela renúncia ao mandato de Eduardo Bolsonaro para ser embaixador nos Estados Unidos. Ele pode perfeitamente continuar ajudando a construção da nova política de relacionamento estrangeiro do governo de seu pai na presidência da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados. E, na Câmara, também participar de tantas outras iniciativas do governo para mudar a história do País, condenado nas últimas três décadas a ficar sob o maléfico domínio do populismo esquerdista, do estatismo, da hegemonia das corporações estatais e de uma classe empresarial muito vagabunda, corrupta, que se aliou vergonhosamente à proposta de capitalismo páraestatal do petismo.
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