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Ibovespa sobe 1,5% e fecha acima de 104 mil pontos pela primeira vez desde março

O Ibovespa fechou acima dos 104 mil pontos nesta segunda-feira, o que não acontecia desde março, com ações de varejo e de telecomunicações liderando as altas, em sessão ainda apoiada por ganhos em Wall Street após notícias positivas sobre vacinas contra o Covid-19.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,49%, indo a 104.426,37 pontos, encerrando perto da máxima da sessão, de 104.438,58 pontos. O volume financeiro somou 39,2 bilhões de reais, ampliado pelo vencimento de opções sobre ações, que movimentou 12 bilhões de reais.

No Exterior, vacina experimental contra o coronavírus que está sendo desenvolvida pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford produziu resposta imunológica em testes clínicos de estágio inicial, corroborando esperança de que possa ser usada até o final do ano. Em paralelo, a alemã BioNTech e a norte-americana Pfizer relataram dados adicionais de sua vacina experimental contra o Covid-19 que mostraram que ela é segura e induziu resposta imunológica nos pacientes.

Também no radar dos mercados esteve proposta apresentada a líderes da União Europeia para um pacote de recuperação econômica do bloco no âmbito da pandemia que inclui 390 bilhões de euros em subsídios e 360 bilhões de euros em empréstimos.

Após começar a sessão sem tendência definida, com o aumento de casos de coronavírus nos Estados Unidos ainda pressionando a confiança de investidores, o norte-americano S&P 500 fechou o dia com alta de 0,8%. O Nasdaq Composite terminou com elevação de 2,5%.

“Avanços no desenvolvimento de vacinas têm sido eficazes para sustentar ativos de risco, à medida que os investidores continuam avaliando o caminho de volta à normalidade para a atividade econômica e a vida cotidiana”, afirmou equipe do Goldman Sachs em nota nesta tarde.

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