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“Há espaço para corte no juro”, afirma Alexandre Schwartsman

Ex-diretor do Banco Central, Alexandre Schwartsman avalia que a economia nacional passa por período de estagnação. Um dos nomes mais influentes do debate nacional na área, afirma que a retomada depende do avanço da reforma da Previdência, mas vê brecha para medidas com capacidade de gerar benefícios pontuais. Em contato com a coluna, o economista sugere novos cortes pelo Banco Central na taxa básica de juro, a Selic, ao longo do segundo semestre. Dia ele: “A economia está nitidamente perdendo fôlego. O primeiro trimestre foi fraco, o que em si não é um grande problema. Mas parece que a fraqueza desde o final do ano passado está se mostrando mais persistente. É uma perda de fôlego mais ou menos generalizada, não tanto pelo consumo. O consumo segue crescendo, mesmo que mais devagar do que no passado. O país está sentindo muita fraqueza pelo lado da produção. É algo que preocupa. Mostra que a dinâmica de crescimento está bastante prejudicada. 
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