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Governo Bolsonaro muda cúpula da comissão sobre mortos e desaparecidos políticos

O presidente Jair Bolsonaro disse na quinta-feira (1º) que a troca de membros da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos aconteceu por que “mudou o presidente” da República. “O motivo é que mudou o presidente, agora é o Jair Bolsonaro, de direita. Ponto final. Quando eles botavam terrorista lá, ninguém falava nada. Agora mudou o presidente. Igual mudou a questão
ambiental também”, disse ele, ao deixar o Palácio da Alvorada. O governo trocou quatro dos sete membros da comissão. Marco Vinicius Pereira de Carvalho substitui Eugênia Augusta Gonzaga Fávero na presidência do colegiado; Weslei Antônio Maretti substitui Rosa Maria Cardoso da Cunha; Vital Lima Santos substitui João Batista da Silva Fagundes; e Filipe Barros Baptista de Toledo Ribeiro substitui Paulo Roberto Severo Pimenta, deputado federal petista gaúcho.

A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos foi criada em 1995, durante o governo do esquerdóide Fernando Henrique Cardoso, para fazer o reconhecimento de desaparecidos em razão de participação ou acusação de participação em atividades políticas no período de 2 de setembro de 1961 a 15 de agosto de 1979.

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