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General Augusto Heleno dá um aviso final ao STF para não se atrever em apreender telefone de Bolsonaro

O general Augusto Heleno, ministro chefe do GSI (Gabinente de Segurança Institucional da Presidência da República) já tinha advertido antes o Supremo Tribunal Federal quando disse: “Tudo tem a sua hora”. Hoje, após a anunciada intenção do ministro Celso de Mello, o sopa de letrinhas jurídicas, rei da hermenêutica, de considerar a possibilidade de apreensão dos telefones do presidente Jair Bolsonaro e de devassa de seus conteúdos, o ministro Augusto Heleno foi mais do que explícito, quando lançou uma nota oficial sobre o tema. É óbvio que o País está chegando a um momento chave em que precisarão ser resolvidos alguns dos confrontos em voga. E o principal deles, no momento, é o ativismo sem controle dos ministros do Supremo Tribunal Federal.

A nota oficial emitido pelo general Augusto Heleno foi bem clara não só para Celso de Mello, como também para os outros 10 ministros. Diz a nota: “O pedido de apreensão do celular do Presidente da República é inconcebível e, até certo ponto, inacreditável. Caso se efetivasse, seria uma afronta à autoridade máxima do Poder Executivo e uma interferência inadmissível de outro Poder, na privacidade do Presidente da República e na segurança institucional do País. O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República alerta as autoridades constituídas que tal atitude é uma evidente tentativa de comprometer a harmonia entre os poderes e poderá ter consequências imprevisíveis para a estabilidade nacional”.

Pronto, esse é um aviso final, significa que, metaforicamente, ou de maneira bem concreta, foram avisados de que os jipes e os soldados já estão mobilizados. Os ministros do Supremo já foram avisados de que não devem se intrometer nas atribuições de outros poder e que devem parar com seu ativismo político que só atrapalha o progresso do Brasil e o desenvolvimento normal da vida da sociedade.

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