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Filha de ex-ministro do TSE é condenada a 67 anos de cadeia por mandar matar o pai, a mãe e a empregada doméstica deles

O Tribunal do Júri de Brasília condenou hoje, a 67 anos de prisão, a arquiteta Adriana Villela, acusada de matar o pai, José Guilherme Villela, advogado e ex-ministro do TSE; a mãe, Maria Villela; e a empregada da família, Francisca Nascimento Silva. O Ministério Público acusou Adriana Villela de pagar a R$ 60 mil a um ex-porteiro do prédio onde os pais moravam para assassiná-los. Foram mortos a facadas com a ajuda de um sobrinho do porteiro e um entregador de gás. Segundo a acusação, ela queria ficar com a fortuna dos pais e mandou matar a empregada para apagar rastros. Alegando inocência, ela disse no julgamento que tinha um convívio amoroso com eles.

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