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Ditador de Cuba anuncia grave crise de combustíveis e faz o de sempre, culpa os Estados Unidos

O ditador cubano, Miguel Díaz-Canel, sucessor dos irmãos genocidas Castro, anunciou nesta quarta-feira medidas de “austeridade e racionamento” diante de uma crise “conjuntural” de combustíveis na ilha, que atribuiu a ação dos Estados Unidos, como sempre. “É uma situação conjuntural” diante da “baixa disponibilidade do diesel” no país, resultado da atuação em “grande escala” da administração de Donald Trump, “que se empenha em evitar a chegada de combustível a Cuba”.

O ditador afirmou que Washington está “atuando com maior agressividade em relação a Cuba” visando uma “explosão social e desmotivação da população para nos arrancar concessões políticas”. Díaz-Canel assinalou que desde a terça-feira não chega combustível ao país, o que se manterá até o sábado, dia 14, quando chega um primeiro navio. Para o final de setembro são esperados mais barcos com combustível.

A Venezuela é o principal fornecedor de combustível a Cuba, e os Estados Unidos “têm intimidado e pressionado” as empresas de navegação para que parem de transportar este combustível para a ditadura cubana, denunciou Díaz-Canel. Entre os planos para enfrentar o problema estão a paralisação de atividades de alto consumo de combustível, uma adequação da jornada de trabalho para otimizar o transporte em massa e um racionamento do consumo de eletricidade. Cuba é um relato eloquente do fracasso do regime socialista, que só tem a repressão e morte em grande disponibilidade.

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