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Diretor da Funarte diz que “não há diálogo possível” com classe artística esquerdopata

O dramaturgo Roberto Alvim, nomeado por Jair Bolsonaro para dirigir o Centro de Artes Cênicas da Funarte, escreveu em seu perfil no Facebook: “Não há diálogo possível” com a classe artística, “gente hipócrita e canalha”. “Trata-se de uma guerra irrevogável. A foto da sórdida Fernanda Montenegro como bruxa sendo queimada em fogueira de livros, publicada hoje na capa de uma revista esquerdista, mostra muito bem a canalhice abissal destas pessoas, assim como demonstra a separação entre eles e o povo brasileiro”.

Ele defende uma renovação completa da classe teatral, “radicalmente podre”. “Mentem diariamente, deturpando os valores mais nobres de nossa civilização, propagando suas nefastas agendas progressistas, denegrindo nossa sagrada herança judaico-cristã”, completou depois. Claro que, após chamar a esquerdopata Fernanda Montenegro, de 89 anos, rainha de comerciais do regime petista, de “sórdida”, o diretor Roberto Alvim despertou a ira dos artistas esquerdóides de todas as tendências deste Brasil. A crítica feroz de Roberto Alvim contra a esquerdista Fernanda Montenegro foi feita após a atriz posar para a revista literária “Quatro cinco um”. Na edição de outubro da publicação dessa publicação de esquerdistas caviar, Fernanda Montenegra é retratada fantasiada como uma bruxa prestes a ser queimada em uma fogueira com livros. É uma pilantragem sem tamanho, que tenta vender a última salafrarice das esquerdas reunidas, a de que existe um regime que censura no Brasil. É tudo dentro daquela velha estratégia das esquerdas, dizer que o outro faz aquilo que os esquerdistas realmente realizam. Nesta segunda-feira, o diretor voltou a criticar Fernanda Montenegro, diante da repercussão do primeiro texto. Roberto Alvim reafirmou suas declarações e disse desprezar a atriz, a quem classificou como “mentirosa”.O presidente da Funarte, Miguel Proença, afirmou estar “completamente chocado” com as colocações de Roberto Alvim: “Já pedi um auxílio do ministro da Cidadania, Osmar Terra, pedi uma audiência com ele, para tomar uma providência. Admiro muito a Fernanda, além de ser a grande dama do teatro ela é uma grande amiga. Fiquei com esse peso nas costas, o Brasil inteiro está de olho na Funarte hoje por causa disso. E aqui produzimos arte e beleza, não agressão”. O pianista gaúcho Miguel Proença deve retornar logo aos teclados de pianos, se é que ainda consegue fazer isso aos 80 anos.

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