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Deputadas democratas usam “linguagem antissemita” e “odeiam país”, diz Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a fazer duras críticas a deputadas comunistas e islâmicas do Partido Democrata que, segundo ele, não mostram respeito pelo país. Questionado sobre se as mensagens do domingo seriam racistas, Trump respondeu: “De jeito nenhum. Se alguém tem um problema com nosso país, se alguém não quer estar em nosso país, eles devem sair. Isso é tudo”, afirmou. “Elas são livres para ir, se quiserem; se quiserem ficar, tudo bem”, complementou mais adiante. Trump citou especificamente Ilhan Omar, deputada americana que nasceu na Somália e se mudou criança para os Estados Unidos, onde se naturalizou. Omar é uma das duas primeiras mulheres muçulmanas a chegar à Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, ao lado de Rashida Tlaib. Para o presidente, Omar teria dito “o quão ótima a Al-Qaeda era”, em referência à rede terrorista. A deputada já foi alvo de críticas pela postura jocosa em que se referiu durante uma entrevista a uma aula sobre terrorismo que teria tido na infância, ao comentar que o professor assumia um ar sério sempre que pronunciava a palavra Al-Qaeda. 
O líder americano disse que algumas deputadas oposicionistas usam “linguagem antissemita” e expressam ódio por Israel. “Não acredito que isso seja bom para os democratas”, afirmou. Trump ainda disse que as autoridades têm trabalhado para retirar imigrantes ilegais, concentrando-se naqueles com histórico de crimes. Ele se referiu à gangue MS-13, ou Mara Salvatrucha, com grande presença de salvadorenhos e atuação nos Estados Unidos e na América Central. O presidente americano disse que membros da gangue têm sido “retirados aos milhares” do país. O senador republicano Lindsey Graham se somou mais cedo às críticas de Trump, qualificando, por exemplo, a deputada comunista democrata Alexandria Ocasio-Cortez “e sua turma como um bando de comunistas”. A legisladora respondeu pelo Twitter: “Eu vejo o maior problema de Lindsey Graham com o racismo de Trump com o fato de que ele não vai longe o suficiente – Graham quer voltar de volta o macartismo dos anos 1950, também”. Outra deputada, Rashida Tlaib, disse no Twitter que ela e suas colegas “apenas trabalham por um mundo justo”. Claro, isso é o que os comunistas sempre disseram diz 1917, e hoje todo mundo sabe as barbáries que praticaram, com o assassinato de mais de 100 milhões de pessoas, na antiga União Soviética, no Cambodja, na China, em Cuba e outros lugares, inclusive no Brasil.
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