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Conselhos estaduais e municipais criticam escolha de Bolsonaro para Conselho Nacional de Educação, era o esperado

O Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), entidades dominadas pelo pensamento esquerdista, originado do pensamento do psicólogo suíço construtivista Jean Piaget, lá na década de 50, emitiram uma nota de repúdio à escolha do presidente Jair Bolsonaro dos novos integrantes do Conselho Nacional de Educação (CNE). Isso era absolutamente esperado, porque esses conselhos são os que determinam os rumos da educação no Brasil, de uma maneira que os esquerdistas prescidem de presidente, governadores e prefeitos para alcançarem o controle de mentes e corações no Brasil. Das 11 novas nomeações de Bolsonaro, nenhuma atendeu aos pedidos das entidades representativas do esquerdismo educacional, imperante na educação brasileira.

“Ignorar as indicações das instituições responsáveis pela gestão dos sistemas públicos de educação e desconsiderar as representações de 27 redes estaduais e 5.568 rede municipais vai na contramão da instituição do Sistema Nacional de Educação”, diz a nota da esquerdopatia. Na verdade, essa gente quer se constituir em um governo paralelo. Na nota, os grupos dizem que a escolha do presidente “transmite uma mensagem negativa e preocupante”. Por fim, no sentido de coibir decisões equivocadas que não respeitam e não consideram a importância da articulação entre as três instâncias federativas, faz-se necessário e urgente que o Congresso Nacional regulamente o SNE (Sistema Nacional de Educação), estabelecendo nova forma de composição do CNE, com a devida representação paritária das três esferas de governo.

Esse foi um daqueles gigantescos passos do governo Bolsonaro que mudar uma tradição de hegemonia do esquerdismo nacional na educação que já dura décadas. Esse esquerdismo levou a educação do Brasil às piores notas no mundo inteiro.

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