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Bolsonaro precisa fazer uma devassa nas teses de mestrado e doutorado das universidades brasileiras, o reino das fraudes intelectuais

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (29) em uma rede social que há “inadequações” no currículo do ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli, mas que Decotelli tem “capacidade” de ocupar o cargo. Bolsonaro e Decotelli se reuniram mais cedo, nesta segunda-feira, no Palácio do Planalto. Após o encontro, o ministro da Educação disse que o presidente o questionou sobre o currículo. Indagado então, se continua no cargo, Decotelli disse que sim.

Carlos Alberto Decotelli foi anunciado na semana passada para o lugar de Abraham Weintraub. Desde então, surgiram três polêmicas em relação ao currículo dele. “Desde quando anunciei o nome do Professor Decotelli para o Ministério da Educação só recebi mensagens de trabalho e honradez. Por inadequações curriculares o professor vem enfrentando todas as formas de deslegitimação para o Ministério”, publicou Bolsonaro nesta segunda-feira.

“O Sr. Decotelli não pretende ser um problema para a sua pasta, bem como, está ciente de seu equívoco. Todos aqueles que conviveram com ele comprovam sua capacidade para construir uma Educação inclusiva e de oportunidades para todos”, acrescentou o presidente. As polêmicas envolvendo o currículo de Decotelli são: a) denúncia de plágio na dissertação de mestrado da Fundação Getúlio Vargas (FGV); b) declaração de um título de doutorado na Argentina, que não teria obtido; c) pós-doutorado na Alemanha, não realizado.

Ao conceder entrevista nesta segunda, Carlos Decotelli explicou o encontro com o presidente no Palácio do Planalto. “Ele (Bolsonaro) queria saber detalhes sobre a minha vida de 50 anos como professor em todas as entidades do Brasil. Então, ele pegou a estrutura de detalhes, a estrutura de trabalhos no Brasil, Norte, Sul, Leste, Oeste, 40 anos de trabalho na Fundação Getúlio Vargas, Fundação Dom Cabral, Ibmec”, declarou. De acordo com o ministro, o presidente quis saber o “lastro de vida” dele como professor. “Ele (Bolsonaro) perguntou: ‘Como é essa questão de detalhe acadêmico e doutorado, pós-doutorado, pesquisa de mestrado? Como é essa estrutura de inconsistência?’. Ele queria saber o que é isso, então, eu expliquei a ele”, acrescentou. Segundo o ministro da Educação, Bolsonaro disse que o assunto do doutorado está “resolvido”. Sobre a denúncia de plágio no mestrado, o ministro respondeu: “É possível haver distração? Sim, senhora. Hoje, a senhora tem mecanismos para verificar, softwares, se a senhora teve ou não inconsistência. Mas naquela época, pela distração…”. Nesse instante, o ministro foi questionado: “Não houve plágio, então, ministro?”, e Decotelli respondeu: “Não houve plágio porque o plágio é considerado quando o senhor faz ‘control C, control V’. E não foi isso”.

A Universidade de Wuppertal, na Alemanha, informou em nota enviada à TV Globo nesta segunda-feira (29) que o novo ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli da Silva, não fez pós-doutorado na instituição. “O Prof. Dr. Carlos Decotelli se aproximou da Profa. Dra. Brigitt Wolf para uma estadia de pesquisa de três meses em janeiro de 2016. Até 2017, ela foi professora de teoria do design, com foco em metodologia, planejamento e estratégia na Universidade de Wuppertal, e é agora emérita. Carlos Decotelli não adquiriu um título em nossa universidade. Ele não foi um pós-doc em nossa universidade. A Universidade de Wuppertal não pode se pronunciar sobre títulos adquiridos no Brasil”, informou a Universidade de Wuppertal em nota. Decotelli corrigiu sua qualificação na Plataforma Lattes.

Decotelli já tinha feito uma alteração semelhante depois que o reitor da Universidade Nacional de Rosário, na Argentina, negou que ele obteve o título de doutor pela instituição. Ele chegou a estudar na Argentina, mas não defendeu a tese, sendo assim impossível ter conquistado o título.

Oficial da Reserva da Marinha, Decotelli é bacharel em Ciências Econômicas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Além de questões sobre o doutorado e o pós-doutorado, o novo ministro também é questionado por seu trabalho de mestrado: a Fundação Getúlio Vargas (FGV), onde ele obteve o título de mestre, disse que vai apurar a denúncia de plágio na dissertação de Decotelli.

A posse de Carlos Decotelli como ministro, inicialmente marcada para esta terça-feira (30), foi adiada pelo governo. Não foi divulgada uma nova data. O governo decidiu fazer uma “checagem completa” do currículo de Decotelli.

Na semana passada, o reitor da Universidade Nacional de Rosário, na Argentina, Franco Bartolacci desmentiu o currículo de Decotelli. No currículo, disponível na plataforma Lattes, constava que o novo ministro tinha diploma de doutor pela instituição. O reitor negou.

À TV Globo, Bartolacci disse que o novo ministro até iniciou o doutorado na universidade argentina, mas não concluiu o curso.

Esse negócio de fraudes nas emissões de títulos de Mestre e Doutor na Universidade brasileira é antigo. Em 2015, Videversus publicou a seguinte matéria:

sábado, 19 de dezembro de 2015
Plataforma de identificação de plágios está anulando centenas de teses de mestrado e doutorado na Alemanha; imagine se é aplicada na UFRGS!!!!! seria uma devastação no campus

A boa imagem das universidades alemãs e do gabinete da chanceler Angela Merkel receberam alguns arranhões com o aperfeiçoamento do método de trabalho dos “caçadores de plágio”. Depois do caso do então ministro da Defesa, Karl-Theodor zu Guttenberg, e do da Educação, Annette Schavan, uma terceira integrante corre o risco de perder o título de doutora. Caçadores descobriram que há plágio em 27 das 62 páginas da tese defendida, em 1991, na Escola Superior de Medicina de Hannover, por Ursula von der Leyen, responsável pela pasta da Defesa. No últimos anos, dezenas de “doutores” perderam seus títulos e, com isso, vantagens materiais na Alemanha. Quem tem um título de doutor, tem um salário inicial de 4.357 euros – quem é bacharel ganha de início 2.632 euros. “A ministra precisa renunciar porque não foi correta no seu trabalho, foi preguiçosa e não foi honesta ao usar como seu textos de outros autores”, disse Martin Heidingsfelder, criador da plataforma VroniPlag, especializada no exame de doutorados. Os caçadores de plágios se vêem como policiais em ação contra a decadência da atividade científica. Heidingsfelder é um dos pioneiros na tarefa, que hoje ocupa cerca de 300 cientistas, a maioria anônimos. Em 2011, o político Karl-Theodor zu Guttenberg, que usava o título de barão e de doutor, inspirou a criação da primeira plataforma de caça ao plágio, a GuttenPlag, da qual Heidingsfelder participou. O carismático Guttenberg, político mais popular do gabinete de Merkel, plagiou quase 100% da sua tese de doutorado de Direito. Depois de o plágio ser descoberto, ele perdeu o título, renunciou ao posto de ministro da Defesa e emigrou para os Estados Unidos. “Nós fomos descobrir que Guttenberg não era na verdade um caso único e que o fenômeno do plágio nas teses de doutorado era muito mais comum do que se julgava”, disse Heidingsfelder. Em seguida, ele registrou em patente a plataforma “Vroni Plag”, que iniciou as atividades desvendando a origem da tese de doutorado, também de Direito, de Veronika Sass, a filha do ex-governador da Baviera, Edmund Stoiber. Depois que a universidade comprovou as irregularidades descobertas, Veronika perdeu o título. Há dois anos, os caçadores conseguiram lançar mais uma bomba com a avaliação da tese de Annette Schavan, a então ministra da Educação do governo Merkel. Depois que a Universidade de Düsseldorf comprovou que quase toda a tese era plágio, Schavan foi forçada à renúncia. Em andamento está a avaliação da tese de doutorado da chanceler Angela Merkel. “Mas até agora não conseguimos ir adiante porque precisamos conseguir mais fontes para comparar textos”, explicou. O caso da tese da ministra Ursula von der Leyen, sobre o papel da proteína reativa C no parto, está sendo julgado pela Escola Superior de Medicina de Hannover. Se a plataforma alemã VroniPlag, criada pela identificar plagiadores em teses de mestrado e doutorado for aplicada na UFRGS, em Porto Alegre, vai ser uma devastação nas titulações universitárias. A UFRGS detém o indubitável recorde de defesa até o último suspiro, da tese fraudada, plagiada, produzida por Gilberto Kmohan, orientada pelo doutor jornalista Sérgio Caparelli. Todo mundo esquerdinha, é claro….. O Departamento de Comunicação da UFRGS é uma maravilha. É daqueles sobre o qual não paira uma só dúvida, só certezas.

Depois disso, Videversus voltou a tratar do assunto em junho de 2018, na matéria reproduzida abaixo:

quarta-feira, 6 de junho de 2018
Polícia Federal indicia 28 da UFRGS, entre professores, funcionários e bolsistas, por fraudes nas bolsas

A Polícia Federal indiciou 28 integrantes de universidades gaúchas por fraude em concessão de bolsas de estudo. Entre os indiciados estão professores, servidores e bolsistas, a maioria vinculados à Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mas alguns também de entidades privadas, como a Unisinos. Os indiciados serão julgados por associação criminosa, estelionato, falsidade ideológica e inserção de dados falsos em sistema de informação. Entre eles estão seis professores, cinco servidores da UFRGS e bolsistas que recebiam valores indevidamente. A Polícia Federal comprovou que o grupo que coordenava projetos relacionados à área de saúde da UFRGS se utilizava dessa condição para incluir bolsistas que, muitas vezes, não reuniam os requisitos para serem contemplados. Em um dos casos, segundo a Polícia Federal, ficou comprovado que uma pessoa com ensino médio incompleto recebeu bolsa de doutorado no valor de R$ 6,2 mil . Os valores recebidos retornavam aos mentores da fraude em dinheiro vivo e depósitos em conta corrente, além de outras formas.

Os professores e funcionários indiciados estão afastados de suas funções. O programa fraudado visava à capacitação de profissionais da área da saúde que atuariam como multiplicadores do conhecimento, ampliando o atendimento do SUS à população em diversas regiões do Brasil. O inquérito da Polícia Federal foi aberto em dezembro de 2016, quando foram presos quatro professores da UFRGS e uma da Unisinos e também duas servidoras da universidade federal. Foram presos Sergio Nicolaiewsky — ex-vice reitor da UFRGS e, na época, diretor-presidente da Fundação de Apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Faurgs) —, o professor Ricardo Burg Ceccim (um dos coordenadores do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (PPGCol) da Escola de Enfermagem), o professor Alcindo Ferla (também da Escola de Enfermagem da UFRGS), a professora Simone Chaves (da Unisinos) e duas servidoras da UFRGS. Na mesma ocasião foi alvo de condução coercitiva o médico Hêider Aurélio Pinto, ex-secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde. Exonerado do Ministério da Saúde em maio de 2016, depois da troca de governo, Hêider continuava atuando em projetos junto à UFRGS. Tanto Hêider quanto os que foram presos acabaram indiciados pela Polícia Federal neste inquérito.

A Operação PhD é a primeira realizada no Rio Grande do Sul com uso do Laboratório de Tecnologia Contra Lavagem de Dinheiro. O laboratório permite o cruzamento de milhares de informações e produção célere de relatórios. Se este laboratório e seus sistemas forem utilizados para investigar as teses de mestrado e doutorado da UFRGS haverá uma devastação na academia. O cruzamento de textos das teses com as obras apontadas como referências (bibliografia) mostrará o inevitável, a extensiva prática do “copia e cola”, ou plágio. Há teses que são cópias integrais de trabalhos de outros autores. Há inclusive processos tramitando na Justiça gaúcha a esse respeito, na área do Direito. A UFRGS detém o título inédito de mãe de fraude em teses acadêmicas, desde que foi obrigada a cassar o título concedido a Gilberto Kmohan, que teve sua tese apontada como mero plágio. O orientador de Kmohan foi o jornalista e professor Sérgio Caparelli, contra o qual nada aconteceu, por incrível que pareça. Aliás, o Ministério Público Federal, na época, recusou-se a abrir processo contra os dois, por fraude na tese, que é um título concedido pelo governo federal.
Postado por Videversus as 14:41:00

E mais uma vez Videversus lembrou o caso de fraudes na UFRGS, na matéria abaixo:

sexta-feira, 12 de outubro de 2018
Conselho Universitário da esquerdopata e mãe das fraudes UFRGS emite nota defendendo o poste Haddad e atacando Bolsonaro

A mais alta instância da Ufrgs, o Conselho Universitário, emitiu nota pública para apoiar o candidato do PT, o poste do bandido corrupto preso, Fernando Haddad. O nome do candidato não aparece explicitamente no texto, mas está implícito de maneira clara no texto aprovado pelos membros do Conselho Universitário. A nota é assinada pelo reitor petista Rui Vicente Oppermann. Estão contados os dias do corporativismo esquerdopata nas universidades públicas, todas elas mantidas com dinheiro do povo, porque uma das primeiras providências de Bolsonaro será acabar com o domínio que sobre elas exercem os professores, servidores e alunos, sem atenção alguma a qualquer critério de mérito, mas apenas a inclinações de ordem ideológica. A academia está contra o povo brasileiro e no domingo passado, o povo brasileiro mostrou que está contra ela, derrotando-a de modo acachapante. Esta UFRGS é uma vergonha, porque já foi objeto de operação da Polícia Federal, que levou presos vários de seus principais nomes. Além disso, é a universidade mãe da fraude em produção acadêmica. Foi a universidade que aprovou a tese fraudulenta de Gilberto Kmohan, orientado pelo “doutor” Sérgio Caparelli, sobre o qual nada aconteceu. Este processo levou anos até ser anulado o título de doutorado, tudo por conta da insistência de um acadêmico muito honrado, o jornalista e filósofo Luis Milman, que faleceu no último dia 30 de setembro. Somente a insistência cívica desassombrada de Luis Milman levou o caso até a última instância, o Conselho Universitário, que se viu obrigado a cassar aquele título fraudado. Depois de ter apresentado a sua denúncia, Luis Milman foi vergonhosamente perseguido pelos professores esquerdopatas que infestam a UFRGS, até o ponto de adoecer e ter que pedir a aposentadoria. Essa universidade chafurda na vergonha.

Confira a lista de membros do Conselho Universitário da URFRGS que emitiram essa nota infame de apoio ao poste petista Fernando Haddad, o lacaio, moleque de recados, do bandido corrupto preso Lula:

RUI VICENTE OPPERMANN, Reitoria

Vice-Presidente – JANE FRAGA TUTIKIAN, Reitoria

ANDRE SAMPAIO MEXIAS, Instituto de Geociências (Suplente: NELSON LUIZ SAMBAQUI GRUBER)

CARLA MARIA DAL SASSO FREITAS, Instituto de Informática (Suplente: LUCIANO PASCHOAL GASPARY)

CARLOS ALBERTO BISSANI, Faculdade de Agronomia (Suplente: PAULO VITOR DUTRA DE SOUZA)

CARLOS ANDRE BULHOES MENDES, Instituto de Pesquisas Hidráulicas (Suplente: EDITH BEATRIZ CAMANO SCHETTINI)

CARLOS HENRIQUE VASCONCELLOS HORN, Faculdade de Ciências Econômicas (Suplente: MARIA DE LURDES FURNO DA SILVA)

CESAR VALMOR MACHADO LOPES, Faculdade de Educação (Suplente: MAGALI MENDES DE MENEZES)

CLARICE BERNHARDT FIALHO, Instituto de Biociências (Suplente: LUIZ ROBERTO MALABARBA)

CLAUDIA WASSERMAN, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (Suplente: MARIA IZABEL SARAIVA NOLL)

DANILO KNIJNIK, Faculdade de Direito (Suplente: RODRIGO VALIN DE OLIVEIRA)

ELISMAR DA ROSA OLIVEIRA, Instituto de Matemática e Estatística (Suplente: FLAVIO AUGUSTO ZIEGELMANN)

EMERSON ANTONIO CONTESINI, Faculdade de Veterinária (Suplente: STELLA DE FARIA VALLE)

GISELA MARIA SCHEBELLA SOUTO DE MOURA, Escola de Enfermagem ( Suplente: AGNES OLSCHOWSKY)

HENRIQUE CAETANO NARDI, Instituto de Psicologi (Suplente: SANDRA DJAMBOLAKDJIAN TOROSSIAN)

HUGO FRIDOLINO MÜLLER NETO, Escola de Administração (Suplente: MARISA IGNEZ DOS SANTOS RHODEN)

ILMA SIMONI BRUM DA SILVA, Instituto de Ciências Básicas da Saúde (Suplente: MARCELO LAZZARON LAMERS)

JOSE ANGELO SILVEIRA ZUANAZZI, Faculdade de Farmácia (Suplente: HELDER FERREIRA TEIXEIRA)

KARLA MARIA MULLER, Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação (Suplente: ILZA MARIA TOURINHO GIRARDI)

LÚCIA BECKER CARPENA, Instituto de Artes (Suplente: RAIMUNDO JOSÉ BARROS CRUZ)

LUCIA MARIA KLIEMANN, Faculdade de Medicina (Suplente: LUCIANO ZUBARAN GOLDANI)

LUIZ CARLOS PINTO DA SILVA FILHO, Escola de Engenharia (Suplente: CARLA SCHWENGBER TEN CATEN)

NÁDYA PESCE DA SILVEIRA, Instituto de Química (Suplente: HENRI STEPHAN SCHREKKER)

NAIRA MARIA BALZARETTI, Instituto de Física (Suplente: CRISTIANO KRUG)

RICARDO DEMETRIO DE SOUZA PETERSEN, Escola de Educação Física, Fisioterapia e Dança (Suplente: LUCIANA LAUREANO PAIVA)

SERGIO DE MOURA MENUZZI, Instituto de Letras (Suplente: BEATRIZ CERISARA GIL)

SUSANA MARIA WERNER SAMUEL, Faculdade de Odontologia (Suplente: DEISE PONZONI)

TÂNIA LUISA KOLTERMANN DA SILVA, Faculdade de Arquitetura (Suplente: FABIO GONÇALVES TEIXEIRA)

VITOR MANFROI, Instituto de Ciências e Tecnologia de Alimentos (Suplente: PLINHO FRANCISCO HERTZ)

Diretor Campi Fora de Sede – LIANE LUDWIG LODER, Campus Litoral Norte (Suplente: RONALDO WASCHBURGER)

Diretor Ensino Técnico ou Fundamental – RAFAEL VASQUES BRANDÃO, Colégio de Aplicação (Suplente: SIMONE VACARO FOGAZZI)

Presidentes de Câmara –

JOÃO CESAR NETTO, Câmara de Extensão (Suplente: MARY JANE TWEEDIE DE MATTOS GOMES:

AUGUSTO JAEGER JÚNIOR, Câmara de Pesquisa (Suplente: JÚLIO OTÁVIO JARDIM BARCELLOS)

LIANE LUCY DE LUCCA FREITAS, Câmara de Graduação (Suplente: SÉRGIO FRANCISCO SCHWARZ)

MARCELO NOGUEIRA CORTIMIGLIA, Câmara de Pós-Graduação (Suplente: PAULO HENRIQUE SCHNEIDER)

Representantes Discentes

HENRIQUE CORRÊA VIEIRA, Associação de Pós-Graduandos da UFRGS (Suplente: MARIANNA RODRIGUES VITÓRIO)

VINÍCIUS STONE SILVA, Associação de Pós-Graduandos da UFRGS (Suplente: RODRIGO PRADO DA COSTA)

LUÍS FILIPE EICH, Diretório Central de Estudantes da UFRGS (Suplente: GABRIELA SILVEIRA DA SILVA)

LAURA BITENCOURT BARRERAS, Diretório Central de Estudantes da UFRGS (Suplente: ALINE DE SOUZA CORREIA SANTOS)

REGINA BRUNET ALENCAR E SILVA, Diretório Central de Estudantes da UFRGS (Suplente: ARNALDO GRAÇA DRUMMOND)

HANIEL MONTEIRO CARVALHO, Diretório Central de Estudantes da UFRGS (Suplente: HENRIQUE GOMES ACOSTA)

ÍTALO ARIEL PEREIRA GUERREIRO, Diretório Central de Estudantes da UFRGS (Suplente: WELLINGTON LAUREANO ALVES)

LEONARDO COSTA SILVESTRIN, Diretório Central de Estudantes da UFRGS (Suplente: CAROL PEREIRA SANTOS)

CILAS DANIEL DA SILVA MACHADO, Diretório Central de Estudantes da UFRGS (Suplente: PEDRO DANIEL DE OLIVEIRA SOARES)

Representantes Docentes

CARLOS LEONARDO BONTURIM ANTUNES (Suplente: ELISABETE ZARDO BURIGO)

DANILO BLANK (Suplente: CARLA SCHWENGBER TEN CATEN)

FERNANDO HEPP PULGATI (Suplente: MARCIA HELOISA TAVARES DE FIGUEREDO LIMA)

JOÃO HENRIQUE CORREA KANAN (Suplente: PAULO BRACK)

JOSE CARLOS FRANTZ (Suplente: JAIRO ALFREDO GENZ BOLTER)

JOSÉ VICENTE TAVARES DOS SANTOS (Suplente: RODRIGO VALIN DE OLIVEIRA)

JUSSARA MARIA ROSA MENDES (Suplente: ALEXANDRE ROCHA DA SILVA)

LILIANA MARIA PASSERINO (Suplente: RENATO VENTURA BAYAN HENRIQUES)

LILIANE FERRARI GIORDANI (Suplente: ROSANE AZEVEDO NEVES DA SILVA)

LUIS DA CUNHA LAMB (Suplente: CARLOS PEREZ BERGMANN)

MARCIA CRISTINA BERNARDES BARBOSA (Suplente: SIMONE VALDETE DOS SANTOS)

MARCIA KAUER SANT’ANNA (Suplente: ANGELA BORGES MASUERO)

MARIA CECI ARAUJO MISOCZKY (Suplente: MÔNICA TORRES BONATTO)

MARIA LUIZA SARAIVA PEREIRA (Suplente: CAMILA GIUGLIANI)

PANTELIS VARVAKI RADOS (Suplente: SUZI ALVES CAMEY)

PEDRO DE ALMEIDA COSTA (Suplente: I JUCA PIRAMA CAMARGO GIL)

SORAYA MARIA VARGAS CORTES (Suplente: CELSO GIANNETTI LOUREIRO CHAVES)

VLADIMIR PINHEIRO DO NASCIMENTO (Suplente: MARCELO ZUBARAN GOLDANI)

Representantes dos Servidores Técnico-Administrativos em Educação

ANGELA FERNANDES DA SILVA (Suplente: CLAUDIA REGINA PARZIANELLO)

BERNADETE DE LOURDES RODRIGUES DE MENEZES (Suplente: MÁRCIA REGINA PEREIRA TAVARES:

CHARLES FLORCZAK ALMEIDA (Suplente: LOURENÇO BRITO FELIN)

DIANE CATIA TOMASI (Suplente: RAFAEL BERBIGIER DE BORTOLI)

FREDERICO DUARTE BARTZ (Suplente: ANDRE DIAS MORTARI)

GABRIEL DE FREITAS FOCKING (Suplente: MARISANGELA ANTUNES MARTINS)

JERONIMO SOARES DE CASTRO MENEZES (Suplente: TATIANA CALVETE)

MARCUS VINICIUS DE FREITAS ROSA (Suplente: MARIA CONCEIÇÃO LOPES FONTOURA)

RUI PAULO DIAS MUNIZ (Suplente: JORGE LUIS DA SILVEIRA TORRES)

Representante do Hospital de Clínicas

NADINE OLIVEIRA CLAUSELL, Hospital de Clínicas de Porto Alegre (Suplente: MILTON BERGER)

Representante da Associação dos Antigos Alunos

MARILENE SCHMARCZEK (Suplente: HELENA ALVES D’AZEVEDO)

Representante da Comunidade: Entidades Culturais

LIRIAN SIFUENTES DOS SANTOS, Fundação Piratini (Suplente: MARCELO XAVIER PARKER)

Representante da Comunidade: Entidades de Trabalhadores

JAIRO ALFREDO GENZ BOLTER, Central Única dos Trabalhadores – CUT/RS (Suplente: CRISTIAN THEOFILO GONÇALVES LOPES)

Representante da Comunidade: Ciência e Tecnologia

PATRÍCIA MARIA SEGER DE CAMARGO, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul – FAPERGS (Suplente: ODIR ANTÔNIO DELLAGOSTIN)

Representante da Comunidade: Entidades Empresariais

JOSÉ LUIZ BOZZETTO, Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul – FIERGS (Suplente: CARLOS ARTUR TREIN)

Essas falsificações de currículos parecem prática comum no meio acadêmico nacional, a comprovar o quanto estão acostumados com fraudes, com uma vida intelectual fraudulenta. Veja abaixo a matéria publicada por Videversus já em 2009 sobre o tema:

domingo, 5 de julho de 2009

Currículo de Dilma Rousseff mente sobre sua titulação universitária
Reportagem na próxima edição da revista “Piauí” questiona o currículo da ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, divulgado pelo site da Casa Civil. Nele estava afirmado, até a tarde desta sexta-feira, que Dilma Rousseff é “mestre” em teoria econômica e doutoranda em economia monetária e financeira pela Unicamp. Ocorre que a universidade informou à revista Piauí que não há registro de matrícula no mestrado e que o doutorado foi abandonado. Dizia no site da Presidência da República, na página da Casa Civil: “Dilma Vana Rousseff é Economista pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Cursou Mestrado e Doutorado pela Universidade de Campinas (Unicamp)”. Ora, cursou?!!!!! Ocorre que, no Sistema de Currículo Lattes, feito com base em informações fornecidas pelos próprios acadêmicos, consta lá sobre Dilma Vana Rousseff: “Possui graduação em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1977) e mestrado em Ciência Econômica pela Universidade Estadual de Campinas (1979). Atualmente é Secretária de Estado da Secretaria de Energia Minas e Comunicações”. Então, agora já se sabe que ela passou uma informação mentirosa para a base de dados do Sistema de Currículo Lattes. Lá, no item “Formação Acadêmica”, lê-se: “1998 Doutorado em Ciências Sociais. Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Brasil. Orientador: Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Economia Monetária e Fiscal / Especialidade: Teoria Monetária e Financeira. 1978 – 1979 – Mestrado em Ciência Econômica. Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Brasil. Título: Modelo Energético do Estado do Rio Grande do Sul, Ano de Obtenção: 1979. Orientador: João Manoel Cardoso de Mello”. A tese de mestrado de Dilma Rousseff tem nome, mas nunca foi apresentada. Ela não é sequer “Mestra” em Econômia. Se não apresentou a tese, se não defendeu a tese, então a tese não existe, e o título muito menos. Atribuir-se um título do qual a pessoa não é dotada é um crime, no mínimo um crime de falsidade ideológica. Mas, tem mais: se a pessoa não defendeu uma tese de mestrado, se não tem o título de “Mestra”, como poderia ser portadora do título de “Doutora em Economia”?!!!!!! Ela pode ter cursado e feito alguns créditos do doutorado, mas daí a se atribuir um título é outra coisa. Portanto, toda a informação adicionada por ela na base de dados do Sistema de Currículo Lattes é, com boa vontade, uma grande fantasia, para não dizer coisa muito pior, são informações falsas. Ao que consta, a senhora Dilma Vana Rousseff é funcionária pública estadual do Rio Grande do Sul, funcionária de carreira da Fundação de Economia e Estatística Siegfried Heuser (FEE) do governo do Estado do Rio Grande do Sul. Para cursar mestrado, teria que obter autorização da FEE. Por acaso a Fundação não pagou o seu curso de mestrado na Unicamp, e ficou sem o título correspondente? São interrrogações que Videversus pesquisará. Após as falsidades de seu currículo terem sido divulgadas nesta sexta-feira, imediatamente o site da Presidência da República fez retificações no mesmo, e o novo texto ficou assim: “Economista pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Foi aluna de mestrado e doutorado em Ciências Econômicas pela Universidade de Campinas (Unicamp), onde concluiu os respectivos créditos”. Muito bem, então Dilma Rousseff admitiu de pronto que não é “Mestre” em Economia. Falta ela corrigir seu currículo falso na base de dados do Sistema de Currículo Lattes. Falsificar títulos universitários é prática bastante comum no Rio Grande do Sul. Há pouco tempo, depois de muitos anos de lutas e denúncias promovidas pelo jornalista e filósofo Luis Milman, professor na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, foi cassado pela última instância da universidade (o Conselho Universitário) o título fraudado de “Mestre” que havia sido concedido a Gilberto Kmohan. Ele apresentou uma tese completamente plagiada. E seu orientador na tese, o professor e jornalista Sérgio Caparelli, saiu lampeiro do caso, como se não fosse com ele. Atribuir um título universitário de “Mestre” por uma universidade por meio de fraude é crime poderoso. Mas, Videversus não tem notícia de que tenha ocorrido qualquer coisa a Sérgio Caparelli e seu “orientado” Gilberto Kmohan. Tudo isso ocorreu na mesma universidade onde se formou Dilma Vana Rousseff. Assim, Dilma Vana Rousseff não é uma economista titulada, é apenas uma bacharelada.

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