BrasilEducaçãoTodos

Bolsonaro nomeia indicados por Weintraub para Conselho Nacional de Educação

O presidente Jair Bolsonaro acatou sete das 12 indicações de Abraham Weintraub para compor o Conselho Nacional de Educação (CNE). A indicação foi um dos últimos atos de Weintraub antes de sair do Ministério da Educação, a fim de colocar representantes da ala ideológica no CNE.

Para a Câmara de Educação Básica, foram nomeados: Tiago Tondinelli, aluno de Olavo de Carvalho e ex-chefe de gabinete de Ricardo Vélez Rodriguez; e Gabriel Giannattasio, professor da Universidade de Londrina (UEL). Além deles, outras seis pessoas foram escolhidas: William Ferreira da Cunha, assessor de Carlos Nadalim; Amábile Pácios, filiada ao PL; Valseni José Pereira Braga, diretora do sistema Batista de Educação; os pesquisadores Fernando César Capovilla e Augusto Buchweitz; e Suely Menezes, que foi reconduzida ao cargo.

Para a Câmara de Ensino Superior foram nomeados Aristides Cimadon, Anderson Luiz Bezerra da Silva; José Barroso Filho; Wilson de Matos Silva; e Luiz Roberto Liza Curi, que foi reconduzido. O Planalto vetou o nome de Jean Marie Lambert, que ficou conhecido após entrar com uma ação na Justiça pedindo o direito de ministrar curso de extensão sobre ideologia de gênero na PUC de Goiás. Ricardo Costa, ex-assessor de Vélez e professor da Ufes, também foi indicado por Weintraub, mas não foi nomeado. Evandro Faustino, Antonio Veronezi e Luis Henrique Amaral igualmente não foram escolhidos.

O CNE é o órgão responsável por uma série de deliberações envolvendo a educação no País — como, por exemplo, diretrizes educacionais e curriculares, além de aprovações de cursos superiores.

Segundo o MEC, as atribuições do CNE são “normativas, deliberativas e de assessoramento ao Ministro de Estado da Educação”. O conselho auxilia a pasta “no desempenho das funções e atribuições do poder público federal em matéria de educação, cabendo-lhe formular e avaliar a política nacional de educação, zelar pela qualidade do ensino, velar pelo cumprimento da legislação educacional e assegurar a participação da sociedade no aprimoramento da educação brasileira”.

Ainda de acordo com o ministério, a “missão” do CNE é “a busca democrática de alternativas e mecanismos institucionais que possibilitem, no âmbito de sua esfera de competência, assegurar a participação da sociedade no desenvolvimento, aprimoramento e consolidação da educação nacional de qualidade”. Abraham Weintraub deixou o comando do MEC no dia 18 de junho.

Controlar esse conselho é fundamental para o esquerdismo, onde impõem as diretrizes para a educação no Brasil, sempre seguindo a cartilha construtivista do pedagogo e psicólogo suíço Jean Piaget. Dessa forma as esquerdas dominam mentes e corações no País.

Compartilhe nas redes sociais:

Faça seu comentário