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Bolsonaro irá até a UFSM no sábado, vai visitar o covil do petralhismo, a origem da desonra acadêmica, de delatores anônimos de colegas

O presidente Jair Bolsonaro vai visitar a Universidade Federal de Santa Maria neste sábado. Às 11 horas está marcada a sua presença para a inauguração de prédios no campus central. É bom que Jair Bolsonaro saiba, essa universidade é um antro, um covil, de esquerdismos vulgares, na qual ocorreu a famigerada Operação Rodin, sob comando do peremptório petista, poeta de mão cheia, tenente artilheiro, Tarso Genro, quando era ministro da Justiça e chefe da Polícia Federal, no governo do bandido corrupto Lula, durante o regime da organização criminosa do PT. A ação política do Ministério da Justiça e da Polícia Federal a favor dos interesses dos petistas está documentada no livro do ex-delegado  Romeu Tuma Jr, chamado “Assassinato de reputações”. A UFSM, depois da Operação Rodin, mergulhou na indignidade, fazendo acordos que abrigam o antissemitismo implícito e com manifestações constantes de racismo contra os negros. É um dos principais redutos do lulopetismo mais desprezíveis no meio acadêmico brasileiro. E tudo sob comando do deputado federal petista Paulo Pimenta, aquele que hoje é réu em processo criminal por estelionato em São Borja. O processo tramita em vara federal de Uruguaiana. As 11 horas, Bolsonaro inaugurará prédios no campus central. Mais tarde, as 19 horas, o presidente irá até a Festa Nacional da Artilharia, no Regimento Mallet. Esse quartel é o único no Brasil que abriga, dentro de seus muros, o túmulo de patrono, o Marechal Mallet. O vice-presidente Hamilton Mourão também irá a Santa Maria. Nesse regimento Mallet, por interferência do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, a pedido da família de Tarso Genro, o ex-chefete do PCdoB e do PRC (Partido Revolucionário Comunista) fez o seu curso de formação de oficial da reserva, saindo do NPOR como tenente, na turma de 1967. Na foto você vê a formação da turma. Jair Bolsonaro fica avisado, entrará em terreno minado. 
O peremptório petista, poeta de mão cheia, tenente artilheiro, está na primeira fila, sendo o terceiro da direita para a esquerda. No livro de formatura dessa turma de 1967 está relatado que, nesse mesmo ano, Tarso Genro sumiu do quartel por 10 dias. Supostamente estaria no Congresso da UNE, o que levanta até hoje a desconfiança sobre o seu verdadeiro papel. Na época ele era militante do PCdoB sob proteção de Carlos Alberto Brilhante Ustra. Foi Ustra, a pedido da família Genro, que garantiu o “retorno do exílio”, em Rivera (Uruguai) de Tarso. o qual foi buscado nessa cidade pelo irmão mais novo de Ustra, professor de Direito, conhecido como Bandinha. O apelido de Ustra era Bandão. A proximidade das duas famílias também é atestada pelo casamento do irmão de Tarso, conhecido como Adelminho, com uma sobrinha de Carlos Alberto Brilhante Ustra. Bolsonaro deve tomar todos os cuidados necessários, porque essa gente do PCdoB e do antigo PRC não é propriamente conhecida por seus dotes de gratidão. Documentos localizados na Biblioteca Nacional também ajudam a desvendar o passado do peremptório petista. 
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