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Assembléia gaúcha finalmente aprova a venda do efefante que emperra o progresso do Estado, a CEEE – Companhia Estadual de Energia Elétrica

A autorização para a privatização do elefante Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) foi aprovada na noite desta terça-feira (2) na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. O projeto, de autoria do Executivo, teve 40 votos favoráveis e 14 contrários. Finalmente, com atraso de no mínimo 25 anos, o Estado se verá livre de um trambolho que emperra a vida dos gaúchos, impedindo que mais energia seja produzida. A definição da pauta foi acertada em reunião de líderes no fim da manhã. A sessão teve início às 14 horas. Nas galerias, corporações regressistas, defensoras do status quo, do atraso, da manutenção de privilégios, foram contra o projeto.  Mas, do lado de fora do prédio não houve qualquer manifestação, o que também serve para demonstrar o absoluto cansaço da sociedade gaúcha com essas pautas corporativistas, insanamente defendidas por partidos esquerdopatas. “Não é uma questão de gostar ou desgostar, mas sim uma questão de necessidade. O Estado do Rio Grande do Sul não tem mais capacidade de carregar empresas estatais, tanto CEEE quanto CRM, quanto inclusive o Banrisul, que eu espero que volte, que venha a deliberação nesta Casa muito em breve”, afirmou o deputado Fábio Ostermann (Novo). Foram apresentadas 12 emendas ao projeto. Um requerimento do deputado Frederico Antunes (PP), dando preferência à votação do texto, sem que as emendas fossem analisadas, foi aprovado por 36 votos a 18. Com a venda das empresas, o governo espera conseguir a adesão do Estado do Rio Grande do Sul ao Regime de Recuperação Fiscal, do governo federal, que prevê a suspensão do pagamento da dívida pública, além de obter recursos para investimentos, segundo o governador Eduardo Leite. A autorização para venda do mamute CEEE é uma gigantesca conquista política do governo tucano Eduardo Leite, que entra para a história tão somente por esse feito. 
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