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Antonio Palocci diz que a Ambev do bilionário Jorge Lemann pagou propina para Lula e R$ 7,4 milhões para campanha de Dilma

O Supremo Tribunal Federal homologou a delação premiada do petista Antonio Palocci em outubro de 2018, aceitando as denúncias e as provas que foram juntadas. Seus termos de delação integrais começaram a vazar somente neste final de semana. O ex-ministro de Lula e de Dilma Roussef, fundador do PT, o trotskista Antonio Palocci (ex-membro da seita Libelu – Liberdade e Luta, que domina a Folha de S. Paulo), em um dos 39 anexos da delação premiada homologada pelo STF, conta como levou propinas da Ambev para si mesmo, para Lula e para a campanha de Dilma Roussef. Foram nos anos de 2010, 2013 e 2014.

Antonio Palocci foi contratado pela gigante de bebidas, a Ambev, que tem como principal sócio controlador o multibilionário Jorge Lemann, para conseguir impedir ou atenuar cobranças do PIS e do Cofins sobre os preços de bebidas alcoólicas (a Ambev produz as cervejas mais consumidas do País, como Brahma e Antarctica). Quem levou dinheiro sujo, conforme admissão dele: a Projeto Consultoria, a empresa de Palocci, contratada; o bandido corrupto Lula, R$ 350 mil, através da sua empresa de palestras, a LILS; a campanha da mulher sapiens petista Dilma Roussef (2014), R$ 7,5 milhões.

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