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A comunistóide Cepal diz que Brasil deve ter quarta maior queda de PIB da América Latina

O Brasil deverá ter a quarta maior queda de Produto Interno Bruto (PIB) da América Latina e Caribe em 2020, segundo novas estimativas divulgadas pela comunistóide Comissão Econômica para a região (Cepal) hoje (28). Nas novas projeções da entidade, o tombo econômico em razão da covid-19 deve ser maior na área. A redução do PIB brasileiro em 2020 deverá chegar a 9,2%. Devem sofrer contrações maiores Argentina (-10,5%), Peru (-13%) e Venezuela (-26%). A menor queda será a do Paraguai (-23%). No geral, o PIB da região deve cair 9,1%. A previsão anterior, divulgada em abril, era de um encolhimento de 5,3% para este ano.

A Cepal, um órgão da ONU, é uma entidade dedicada aos assuntos econômicos, que tem funcionado nos ultimos 70 anos como uma central de difusão do pensamento esquedista em economia, neokeynesiano, defensor da tese da intervenção dos Estados nacionais na economia, o que tem transformado a América Latina em escrava do mundo financeiro internacional quase no último século, impedindo o desenvolvimento e progresso da região. Nessa Cepal estudaram e trabalharam brasileiros como Celso Furtado e José Serra, esquerdistas notórios, intervencionistas estatais, populistas econômicos.

Agora, essa comunistóide Cepal também estima um aumento do desemprego e da pobreza. A taxa de desocupação vai afetar 44 milhões de pessoas, correspondendo a 13,5% da região. O resultado poderá marcar um aumento de 5,4 pontos percentuais (p.p.). em relação a 2019, quando era 8,1%. A pobreza deve aumentar de 30,2% para 37,3% entre o ano passado e este. E a pobreza extrema deve crescer de 11% para 15,5% no mesmo período. Essa é uma cifra muito preocupante, pois essas pessoas podem não conseguir cumprir com sua dieta alimentar mínima.

Essas projeções da Cepal são bandidas, porque os empregos perdidos o foram momentaneamente, devido ao terrorismo imposto por causa da propaganda criminosa do isolamento social devido ao coronavirus. A passagem da onda de contaminações e a iminência do surgimento de vacinas promoverão o retorno das atividades econômicas e, por consequência, a retomada da empregabilidade em larga escala. No Brasil, a previsão da Cepal é que o contingente de pessoas na pobreza suba de 19,2% para 26,9% entre 2018 e 2019, e o da pobreza extrema de 14,3% para 16,8%. Não há nada que sustente esta afirmação terrorista da comunistóide Cepal.

O incremento na faixa da pobreza de 7,7 p.p. deverá ser o terceiro da região, atrás apenas de Peru (9,3 p.p.) e Argentina (10,8 p.p.). Já nas estimativas de variação do índice Gini (utilizado para medir a desigualdade social) o Brasil foi inserido no segundo grupo com possível elevação da desigualdade (de 5% a 5,9%), juntamente com Chile, El Salvador e México. Acima desse patamar (6% ou mais) estão Peru, Argentina e Equador. “Evidencia-se a vulnerabilidade de 80% da população, com forte deterioração dos estratos médios. Mais de 33 milhões de pessoas que estavam na classe média iriam para classes mais baixas”, afirmou a esquerdóide Alícia Bárcena, secretária-executiva da Cepal.

Para reagir a esse cenário de crise na região, a Cepal apresentou uma série de medidas. A secretária-executiva defendeu políticas econômicas “expansivas” e “sustentadas no tempo”. “Há complementaridade entre políticas macroeconômicas, sociais e produtivas, que devem ser conduzidas de forma integradas”, pontuou. Claro, como sempre, a receita esquerdopata da Cepal é a sempre a mesma, o intervencionismo estatal na economia, o rompimento de qualquer controle fiscal das contas públicas.

A Cepal defende uma renda básica de emergência, que deve ser sustentada pelos próximos meses. Vários países lançaram mão deste recurso, como o auxílio emergencial no Brasil. A comissão propõe que haja um auxílio básico de emergência e em valor equivalente à linha de pobreza (US$ 143 dólares) por seis meses, ao custo de 2% do PIB. Além disso, a entidade argumenta que os governos deveriam conceder um outro auxílio contra a fome para toda a população em extrema pobreza, equivalente a 70% da linha regional de pobreza extrema (US$ 67 dólares mensais), o que demandaria uma despesa de US$ 27 bilhões, ou 0,52% do PIB regional.

Embora essas ações sejam pontuais, a Cepal entende que essas políticas sociais devem caminhar para ser universalizadas pelos governos. Os vagabundos comunistas econômicos estão vendo na pandemia de coronavirus uma oportunidade única para retomar a hegemonia do pensamento econômica na região e eliminar os esforços do liberalismo para dar outro curso ao desenvolvimento da região, livre das amarras do populismo e do intervencionismo estatal nos negócios. Na linha de combinar programas sociais com produtivos, outra estratégia apresentada pela comunistóide Cepal deve ser a adoção de subsídios às micro e pequenas empresas, com maiores prazos para financiamento, não só alguns meses.

Para executar essas medidas, destacou a esquerdóide Alícia Bárcena, os Estados latino-americanos e caribenhos precisam empregar “políticas fiscais expansivas”. “Isso vai ser um gasto estrutural, não conjuntural”, classificou a secretária executiva. É óbvio, é esse o grande objetivo do esquerdismo econômico. Uma outra forma de custear esses programas envolve a obtenção de formas de financiamento. Para isso, a representante da Cepal advogou por uma ação coordenada dos governos para obter condições favoráveis de captação de empréstimos. “Estamos em uma região de rendas médias. Há condições favoráveis para países de baixa renda, mas não de renda média”, explicou ela.

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