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Caiu toda a cúpula da revista Época, da Rede Globo, por causa de matéria sobre esposa de Eduardo Bolsonaro

A cúpula da Revista Época acaba pediu demissão coletiva, nesta terça-feira, 17, em decorrência ao pedido de desculpas que a direção da Rede Globo apresentou em nota pública, por ter feito a matéria sobre o curso de coach da esposa do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

O caso gerou pressão por parte do parlamentar que, pelas redes sociais, ameaçou processar o repórter João Paulo Saconi, autor da reportagem, o editor Plínio Fraga e a diretora de Redação Daniela Pinheiro. A Rede Globo diz que errou ao produzir reportagem sobre Heloisa Wolf Bolsonaro e que “jornalismo não é imune a erros”.

A nota foi publicada na noite de segunda-feira (16). Um repórter da revista Época fingiu ser cliente da psicóloga Heloísa Wolf Bolsonaro para produzir uma matéria que revelava o método de trabalho da profissional, como “coach” (não como psicóloga) e divulgar opiniões pessoais da esposa do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

Após cinco sessões realizadas no espaço de um mês, a revista publicou uma matéria, que passou a circular na sexta-feira, 13 de setembro, na versão digital de Época. O repórter trainee João Paulo Saconi só revelou sua identidade ao fim das cinco sessões. Ele ligou para a psicóloga durante a semana comunicando que havia gravado as sessões e que iria publicar a matéria.

Em nota, a ÉPOCA disse que “se norteia pelos Princípios Editoriais do Grupo Globo, de conhecimento dos leitores e de suas fontes desde 2011. Mas, ao decidir publicar a reportagem, a revista errou, sem dolo, na interpretação de uma série deles” e que “o erro da revista foi tomar Heloisa Bolsonaro como pessoa pública ao participar de seu coaching on-line”.

Leia o texto na íntegra: “Como toda atividade humana, o jornalismo não é imune a erros. Os controles existem, são eficientes na maior parte das vezes, mas há casos em que uma sucessão de eventos na cadeia que vai da pauta à publicação de uma reportagem produz um equívoco. Foi o que aconteceu com a reportagem “O coaching on-line de Heloisa Bolsonaro: as lições que podem ajudar Eduardo a ser embaixador”, publicada na última sexta-feira. ÉPOCA se norteia pelos Princípios Editoriais do Grupo Globo, de conhecimento dos leitores e de suas fontes desde 2011. Mas, ao decidir publicar a reportagem, a revista errou, sem dolo, na interpretação de uma série deles. É certo que em sua seção II, item 2, letra “h”, está dito: “A privacidade das pessoas será respeitada, especialmente em seu lar e em seu lugar de trabalho. A menos que esteja agindo contra a lei, ninguém será obrigado a participar de reportagens”. A letra “i” da mesma seção abre a seguinte exceção: “Pessoas públicas – celebridades, artistas, políticos, autoridades religiosas, servidores públicos em cargos de direção, atletas e líderes empresariais, entre outros – por definição abdicam em larga medida de seu direito à privacidade. Além disso, aspectos de suas vidas privadas podem ser relevantes para o julgamento de suas vidas públicas e para a definição de suas personalidades e estilos de vida e, por isso, merecem atenção. Cada caso é um caso, e a decisão a respeito, como sempre, deve ser tomada após reflexão, de preferência que envolva o maior número possível de pessoas”. O erro da revista foi tomar Heloisa Bolsonaro como pessoa pública ao participar de seu coaching on-line. Heloisa leva, porém, uma vida discreta, não participa de atividades públicas e desempenha sua profissão de acordo com a lei. Não pode, portanto, ser considerada uma figura pública. Foi um erro de interpretação que só com a repercussão negativa da reportagem se tornou evidente para a revista. Em sua seção 1, item 1, letra “r”, os Princípios Editoriais do Grupo Globo determinam: “Quando uma decisão editorial provocar questionamentos relevantes, abrangentes e legítimos, os motivos que levaram a tal decisão devem ser esclarecidos”. E o preâmbulo da mesma seção estabelece com clareza: “Não há fórmula, e nem jamais haverá, que torne o jornalismo imune a erros. Quando eles acontecem, é obrigação do veículo corrigi-los de maneira transparente”. É ao que visa esta Carta aos Leitores. Explicar o que levou à decisão editorial equivocada, reconhecer publicamente o erro e pedir desculpas a Heloisa Bolsonaro e aos leitores de ÉPOCA”.

Um fato é certo, se não tivesse havido reação forte dos atingidos, a Rede Globo teria ignorado o fato e continuado a permitir que seus jornalistas esquerdistas amestrados permaneçam na prática de ofender todo mundo que se declara de direita ou conservador.

Nesta segunda-feira mesmo, a jornalista Maria Beltrão, filha de um ex-ministro de Estado do regime militar, não teve nenhum cuidado e chamou o presidente da República, Jair Bolsonaro, que retornava naquele dia a Brasília depois de um cirurgia delicada, de “bozonaro”, maneira obviamente depreciativa.

Essa gente precisa aprender a respeitar os brasileiros que, de maneira amplamente majoritária, com mais de 57 milhões de votos, escolheu o seu presidente.

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Comments (6)

  1. O presidente Bolsonaro tens que pegar pesado contra esse grupo lixo de emissoras de TVs ,fazendo elas pagarem suas dívidas junto a previdência social, e aos Estados e municípios. E principalmente a Globo lixo 🤬🤬🤬🤬 acho q muitos jornalistas ainda vivem no século passado aonde só Globo era q falava a verdade, mesmo que essa verdade fosse a maior mentira. O povo acordou seus jornalistas lixos defensores de ladrão e da corrupção.

  2. Não foi correto o ato do repórter muito menos ainda da Época .
    Mas o trabalho da Imprensa é sempre divulgar a notícia quando essa não fere a Lei de Imprensa. E ter sempre liberdade a divulgar os
    fatos do interesse da Sociedade e não ficar atrelados a partidos e políticos ou a quem quer que seja.
    Repito, o dever da Imprensa é informar seja para o bem ou seja para o mal. Os jornalistas precisam ser isentos e ficar sempre com a verdade doa a quem doer .
    Um País com mordaça deixa de ser democrata.

    • Você expressa bem seu pensamento quando coloca apenas UMA frase dizendo que houve um erro por parte dos jornalistas e VÁRIAS frases como justificativa positiva para o que fizeram. Pois eu lhe digo: NÃO DEVE HAVER ISENÇÃO EM CASOS COMO ESSE. O DANO MORAL JÁ FOI PROVOCADO. Em outras palavras, isso se chama COVARDIA. Querer atacar alguém por meio de pessoas próximas apenas por serem próximas. É umas das coisas mais baixas e repugnantes que esse povo “doente” é capaz de fazer, entre várias. É muito fácil assumir um risco e expor alguém, sabendo que é errado e das consequências e depois pedir desculpas. Não sou Jornalista, mas até para um idiota, isso não é jornalismo. É BAIXARIA!

  3. Isso não é erro e na fé desses lixo

  4. Ta na hora de partir pra cima dessa globolixo fazer ela pagar tudo que deve

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