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Porto Alegre, sexta-feira, 05 de setembro de 2008 - 11h59min   
em Polícia
O depoimento da testemunha chave em Estância Velha desvenda quadrilha da prefeitura petista
Videversus apresentou na edição desta quinta-feira um apanhado do testemunho dado por Vera Lucia Vanzan, na delegacia de Polícia de Estância Velha, relatando todas as circunstâncias da preparação do atentado promovido no dia 17 de agosto de 2006 contra o jornalista Mauri Martinelli. A reunião dos mandantes e do pistoleiro contratado, Alexandro Ribeiro, foi realizada na sua casa, e testemunhada por sua filha de apenas 12 anos na época. Na reunião preparativo do atentado, também foi discutido o assassinato do vereador Duduzinho (PMDB), pelo pistoleiro Alexandro Ribeiro. E uma terceira pessoa deveria morrer: o investigador Omar Santos de Oliveira. Este “morreria” na conta particular do pistoleiro, porque teria se tornado amante da amante do pistoleiro, chamada Márcia Adriane Jardim Batista. A testemunha Vera Lucia Vanzan informou à polícia civil que os mandantes dos assassinatos encomendados, que se reuniram na sua casa, em Estância Velha, são Jaime Schneider, Jauri de Matos Fernandes e Luis Carlos Soares. Jaime Schneider é dono do jornal local “O Suplemento”, foi chefe de gabinete do prefeito Elivir Desiam (vulgo “Toco”) e depois secretário de Planejamento da prefeitura de Estância Velha; Jauri de Matos Fernandes foi seu “laranja” na propriedade do jornal enquanto Jaime Schneider esteve empregado na prefeitura, para que o jornal “O Suplemento” permanecesse recebendo generosas verbas publicitárias do erário municipal; e Luis Carlos Soares é o vereador conhecido como “Viramato”, na época da reunião para preparativo dos assassinatos encomendados por eles era presidente do PT em Estância Velha. leia mais »
em Polícia
Testemunha revela mandantes da tentativa de assassinato de Mauri Martinelli em Estância Velha
Estância Velha, município governado pelo PT há quase oito anos, a verdadeira Santo André do Rio Grande do Sul, atola-se cada vez mais na sujeira envolvendo todas as altas rodas locais. Agora, um testemunho-bomba desvenda toda a engenharia da tentativa de assassinato de Mauri Martinelli, colunista do jornal O Minuano. Martinelli sofreu um atentado no dia 17 de agosto de 2006, por volta das 23 horas, quando chegava ao portão de sua casa, voltando de um comício do PSDB (ele era secretário local do partido na cidade) realizado no CTG (Centro de Tradições Gaúchas Serigote). No mesmo jantar-comício, esteve presente o pistoleiro Alexandro Ribeiro, conhecido como “Seco”, contratado para matar Mauri Martinelli e ainda o vereador Duduzinho (João Valdir de Godoy), do PMDB, único que faz oposição na Câmara Municipal à administração petista do prefeito Elivir Desiam (vulgo “Toco”), industrial falido do ramo calçadista e condenado pela Justiça Federal por desvios de contribuições previdenciárias de seus funcionários. A testemunha-bomba chama-se Vera Lucia Vanzam. Ela foi testemunha presencial de toda a preparação do atentado contra Mauri Martinelli, e viu todos as movimentações e preparativos dos personagens centrais, inclusive os mandantes do atentado. Acontece que, na sua casa, morava Claci Campos, conhecida como “Ana Campos”. Esta é a pessoa, conforme a testemunha Vera Lucia Vanzam, que conseguiu a arma usada para o atentado (comprou, ou alugou, porque a informação é de que ela sempre teve contato com o mundo do crime). A arma usada para o atentado a Mauri Martinelli, consumado pelo pistoleiro Alexandro Ribeiro, o “Seco”, foi uma Glock 380, pistola semi-automática austríaca. “Seco” descarregou o pente de 15 balas contra Mauri Martinelli. Sete dessas balas atingiram o colunista do jornal O Minuano, que se salvou por muita sorte. leia mais »